Loli ☕

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domingo, 8 de julho de 2018

When something goes wrong, when everything seems to be against me, when I'm not anyone or anything, someone expendable, disposable, without any value, I feel sad, lonely and anxious.

Whenever something good seems to be about to happen, the universe comes!

I feel like I'm doing too much for others, too much to others, but it's never enough or what I do not have that much importance.

Sometimes I think, can I have that I have a lot of high expectations, or so the people do not like me as much as I do them.

The point in this reflection/rant is, I can't fully trust anyone, put my hands on anybody, so nobody serves.

Like a lot of people, but she doesn't like me that much.

I don't like my body, I don't hate him, but it's not where I feel more "comfortable".

I was never a good student, I've never been a bad student, never gave problems to my teachers, but also never gave a lot of joy to my parents (in the school).

I have no friends, in addition to moving house/school, I've never been a social person, so... (something I'm trying to improve)

In all jobs where I've been, I've been able to keep in touch with some people, and some college friends too, we're talking about sometimes, but nothing.

My friends are the only people who accompany me since high school, but they, unlike me, they always have things to do or think, what makes them busy people.

I am not selfish, so I respect their space, I don't always call them for putting up with me.

Although doing exercise, a healthy diet, sleep enough hours at night, to look, to have the House clean and tidy, to have the cutest pets ever, having a job and my family be minimally together, sometimes I feel alone.

Empty.

Without energy.

Weak.

Weak because when something goes right, I don't know what to do, what to say or even what to think.

Weak, because it was supposed to be head-on and ready to face the day tomorrow, hope for the best and preparing to deal with what comes.

But no, I'm sad and feeling sorry for me. So, today, I feel weak.


But ... Today only!






MP







Quando alguma coisa corre mal, quando tudo parece estar contra mim, quando parece que não sou nada nem ninguém, uma pessoa dispensável, descartável, sem qualquer valor, sinto-me triste, só e angustiada.

Sempre que alguma coisa boa parece estar prestes a acontecer, o universo chega!
Sinto que faço demais pelos outros, demais para os outros, mas nunca é o suficiente ou então o que faço não tem assim tanta importância.

Por vezes penso, posso eu tenho que tenho as expectativas muitos altas, ou então, as pessoas não gostam tanto de mim como eu delas.

O ponto nesta reflexão / desabafo é, não consigo comfiar na totalidade em ninguém, não ponho as minhas mãos no fogo por ninguém, assim, ninguém me falha.

Gosto muito das pessoas, mas ela não gostam tanto de mim.

Não gosto do meu corpo, não o odeio, mas também não é onde me sinto mais "confortável".

Nunca fui boa aluna, nunca fui má aluna, nunca dei problemas aos meus professores, mas também nunca dei muitas alegrias aos meus pais (no que toca à escola).

Não tenho amigos de infância, para além de estar sempre a mudar de casa / escola, nunca fui uma pessoa social, portanto... (algo que estou a tentar melhorar)

Em todos os trabalhos por onde já passei, consegui manter o contacto com algumas pessoas, e alguns colegas de faculdade também, vamos falando às vezes, mas nada por aí além.

As minhas amigas são as únicas pessoas que me acompanham desde a escola secundária, mas elas, ao contrário de mim, têm sempre coisas para fazer ou pensar, o que faz delas pessoas ocupadas.

Não sou egoísta, por isso respeito o espaço delas, não estando sempre a chama-las para me aturarem.

Apesar de fazer exercício, ter uma alimentação saudável, dormir as horas suficientes à noite, de me arranjar, de ter a casa limpa e arrumada, de ter os  animais de estimação mais fofos de sempre, de ter um trabalho e da minha família ser minimamente unida, por vezes sinto-me só.

Vazia.

Sem energia.

Fraca.

Fraca porque quando alguma coisa corre menos bem, não sei o que fazer, o que dizer ou sequer o que pensar.

Fraca, porque era suposto estar de cabeça levantada e pronta a enfrentar o dia de amanhã, a esperar que tudo corra pelo melhor e a preparar-me para lidar com o que vier.

Mas não, estou triste e a lamentar-me. Por isso, hoje, sinto-me fraca.

Mas... Só hoje!





MP

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Quando saí do trabalho, ainda com a farda, cansada e com uma enorme vontade de chegar a casa e tomar um bom banho.
Mas não aconteceu, ía tão ansiosa para chegar ao carro que quase não o vi.
Ouvi o meu nome e virei a cabeça na direção do som, caiu-me tudo aos pés (não literalmente, claro). Lá estava ele com aquele sorriso super simpático e bem disposto a olhar para mim. A primeira coisa que pensei foi: "nãoooooooo, não pode ser!" , a segunda foi: "OMG, estou um trapo!" e não houve terceiro pensamento, simplesmente comecei a suar como se estivessem 40°, quando na realidade estavam no máximo 20°, as minhas mãos começaram  a tremer e senti a respiração ficar pesada e fiz o sorriso mais parvo de sempre!
Ele aproximou-se de mim, deu-me dois beijinhos na cara que eu obviamente retribuí ! 
Para ajudar à festa, ele fez aquela pergunta que eu tanto esperei, sonhei e ansiei. 
"Vamos ao café ?"
Dentro da minha cabeça, estava a saltar de alegria e a gritar como se não houvesse amanhã, mas consegui conter a excitação e reponder simplesmente um "Sim".
Apesar de me sentir um trapinho sem jeito perto dele, lá fui e sim, foi mesmo como eu imagei.  
Não dei pelo tempo passar, estava tão bem, a conversa estava interessante e o ambiente agradável,  não queria que a noite terminasse...
Ele não me levou de volta
 até ao meu carro, nada disso.
Levou-me a casa!





E aí fui eu que me enchi de coragem ... E convidei-o a entrar. 
Comecei a ouvir um barulho de fundo profundamente irritante, pensei que fossem os vizinhos com a música alta, mas não... 
Entretanto, acordei com o meu despertador. 





MP

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Bem, posso começar por dizer que o meu ano de 2017 foi cheio de acontecimentos, uns bons, outros nem por isso. 




Mas uma coisa é certa, até hoje, foi o ano em que eu mais cresci e evolui enquanto pessoa! 
Posso dizer que me sinto orgulhosa daquilo que sou hoje.
Resumindo, recuperei totalmente das mazelas do meu acidente (vitória 💪 ), voltei ao trabalho e ao estudo, não deixei que o trabalho fosse comigo para casa como antes (vitória) e foquei-me totalmente nos estudos, terminei a licenciatura (vitória) e então despedi-me do part time (não gostava nada daquilo, mas aprendi muito com aquele trabalho, vitória). 
Voltei para a minha terra, para casa da minha mãe (senti que dei um passo para a frente com a conclusão do curso, mas que dei dois passos para trás, uma vez que já estava a viver sozinha e a trabalhar, tive de voltar a viver com a minha mãe e estava desempregada). 
Fiz uma pequena viagem com amigas e acabamos por juntar mais uns amigos durante o percurso!! (Para muitos isto das férias é tudo normal, mas eu não costumava fazer férias com amigos, muito menos viagens e muitooo menos ainda com pessoas que não conheço, por isso para mim é uma super vitória! 😱 ).
Ao longo do ano aproximei-me das pessoas de quem me tinha afastado, não por chatices, mas pelas rotinas da vida que não permitiam que estivessemos juntos/as. Mas todos percebemos que tinhamos que fazer algumas cedências e definir algumas prioridades para que um novo afastamento seja evitado. 
Estive desempregada, no início achei que era normal, não devia desesperar. Mas de todas as entrevistas que fui não fui bem sucedida em nenhuma, aí tornou-se bem difícil manter uma atitude positiva. 




Senti que ninguém me estava a dar valor, que ninguem estava disposto a dar-me uma oportunidade e que ninguém me levava a sério (desespero e desilusão total). 
Entretanto, encontrei emprego. Temporário, mas é melhor que nada! Dá para adquirir experiência.  
Grande parte dos meus objectivos foram cumpridos! (Os que não foram, passam para o ano de 2018, no entanto, acho importante referir que não foi por falta de tentativas que alguns objectivos não foram cumpridos.)





Então os meus objectivos para o ano 2018, são:
Sair mais, mais idas ao café, mais almoços e jantares fora, mais idas ao cinema e muitos passeios! Para além de ser relaxante é uma forma de nos reunirmos com os nossos amigos ou família.
Viajar, aiii como eu quero viajar! 😍 Comprar um bilhete de avião, por uma mochila às costas e sozinha ou acompanhada ir conhecer um sítio qualquer.
Conseguir manter uma alimentação saudável contínua
Ser mais paciente, preciso mesmo de começar a ter mais calma antes de tomar qualquer decisão, e conseguir ponderar melhor todos os prós e contras das situações para as conseguir avaliar justamente.
Ser independente! Para este objectivo se concretizar tenho que ter um trabalho e conseguir gerir o que vier dele. Ou seja, dois objectivos que dependem um do outro. 
Assim, sei que se conseguir concretizar estes objectivos, ou pelo menos dar o meu melhor para que sejam cumpridos, serei uma pessoa melhor! 
Essa é a principal expectativa para 2018!









MP

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017






Sei a resposta a todas estas questões. Mas isso todos sabemos.
No entanto, existe uma separação colossal entre o que se pode fazer, o que é suposto fazer, o que nos é permitido fazer e o que se consegue fazer.
Não é só porque queremos, que as coisas acontecem.
Não é por se esperar que as coisas aconteçam que elas vão na verdade acontecer.
É complicado quando o sentimento de derrota nos invade.
Quando um amigo nos desilude é mau, quando um familiar nos desilude, é mau. Mas nada se compara ao sentimento de desilusão quando vem de nós próprios.
Podemos encontrar todo o tipo de desculpas para apaziguar a dor, mas não resulta. Se resultar, lamento informar, mas estão apenas a iludir-se.
Quando se vê a luz no fundo do tunel, a alegria e a motivação são as primeiras emoções a surgir. Alguém que diz que vai existir um futuro, só amplia essas emoções e acresce o empenho e a determinação. Mas, é nas pequenas coisas do dia a dia que todos esses sentimentos começam a oscilar, a desvanescer. Especialmente, quando alguém nos estende uma mão cheia de esperança e depois a fecha e a recolhe... É quase como se caísse o mundo sobre as costas. 
O mundo fica mais escuro, mais triste, mais pesado.
E a questão que se coloca é, e agora?
O que faço?
Por mais buscas que se faça, por mais oportunidades que surjam, nunca somos o suficiente. Nunca chega. Falta sempre qualquer coisa.
E se o que falta só poder ser adquirido com ajuda? E se essa ajuda não chegar?
Pensamento positivo! Tudo se resolve! Dá tempo ao tempo! Paciência! 
Tempo... O tempo não para. O que hoje é novo, amanhã é velho.
A paciência vai-se esgotando com o passar do tempo. 
Infelizmente, há certas coisas e certas situações que não podem ser aprendidas ou ultrapassadas sem ajuda. 
E se o que mais ambicionamos só pode ser alcançado com ajuda? E se a ajuda não se manifestar?
Por mais positivo e otimista que seja o pensamento, as pessoas não são de ferro. Também se cansam e também se vão a baixo.
Não confundam a tristeza com o pessimismo. Não confundam o cansaço como a derrota.
Não entendam o meu desabafo como uma desistência. 
Este é o MEU desabafo. 


MP