Loli ☕

Reflections of nothing. Some kind of a diary. Enjoy!

quarta-feira, 7 de novembro de 2018






















Eu quero um amor... Eu quero o meu grande amor!
Estou à espera dele à tanto tempo... 
Confesso que começo a desanimar.
Quero aquele sentimento que eu acredito ser maravilhoso, aquele de pensar numa pessoa e sorrir para o nada, aquele entusiasmo de saber que vou ver aquela pessoa ao fim de um dia de cão, ou no final de bom dia. 
Para que possamos partilhar os nossos dias, sejam eles como forem, para nós nos podermos confortar, aturar, mimar e apoiar.
Quero aquela ânsia de sentir aquelas mãos pelo meu corpo, sentir aqueles lábios nos meus, aquelas borboletas na barriga e aquela loucura só para ter essa pessoa perto de mim. 






















Quero explorar tudo, mesmo tudo com alguém. 
Quero discórdias, quero turbulências e quero brigas. 
Quero conversas profundas, quero reconciliações e quero entendimentos.
Quero tudo a que tenho direito, desde o medo da entrega ao medo da perda!
Quero querer tudo! 
Mas, será que este sentimento existe mesmo?
É real? Ou é só uma ilusão que vende bem no cinema e nas livrarias?
Será que sou eu que tenho um problema?
Será que tenho uma expectativa muito alta?
Tenho as ideias erradas sobre a realidade? 
Tenho medo. Medo de estar à espera do que não existe. Medo de deixar de acreditar. Medo de nunca te encontrar. 


















MP

domingo, 8 de julho de 2018

When something goes wrong, when everything seems to be against me, when I'm not anyone or anything, someone expendable, disposable, without any value, I feel sad, lonely and anxious.

Whenever something good seems to be about to happen, the universe comes!

I feel like I'm doing too much for others, too much to others, but it's never enough or what I do not have that much importance.

Sometimes I think, can I have that I have a lot of high expectations, or so the people do not like me as much as I do them.

The point in this reflection/rant is, I can't fully trust anyone, put my hands on anybody, so nobody serves.

Like a lot of people, but she doesn't like me that much.

I don't like my body, I don't hate him, but it's not where I feel more "comfortable".

I was never a good student, I've never been a bad student, never gave problems to my teachers, but also never gave a lot of joy to my parents (in the school).

I have no friends, in addition to moving house/school, I've never been a social person, so... (something I'm trying to improve)

In all jobs where I've been, I've been able to keep in touch with some people, and some college friends too, we're talking about sometimes, but nothing.

My friends are the only people who accompany me since high school, but they, unlike me, they always have things to do or think, what makes them busy people.

I am not selfish, so I respect their space, I don't always call them for putting up with me.

Although doing exercise, a healthy diet, sleep enough hours at night, to look, to have the House clean and tidy, to have the cutest pets ever, having a job and my family be minimally together, sometimes I feel alone.

Empty.

Without energy.

Weak.

Weak because when something goes right, I don't know what to do, what to say or even what to think.

Weak, because it was supposed to be head-on and ready to face the day tomorrow, hope for the best and preparing to deal with what comes.

But no, I'm sad and feeling sorry for me. So, today, I feel weak.


But ... Today only!






MP







Quando alguma coisa corre mal, quando tudo parece estar contra mim, quando parece que não sou nada nem ninguém, uma pessoa dispensável, descartável, sem qualquer valor, sinto-me triste, só e angustiada.

Sempre que alguma coisa boa parece estar prestes a acontecer, o universo chega!
Sinto que faço demais pelos outros, demais para os outros, mas nunca é o suficiente ou então o que faço não tem assim tanta importância.

Por vezes penso, posso eu tenho que tenho as expectativas muitos altas, ou então, as pessoas não gostam tanto de mim como eu delas.

O ponto nesta reflexão / desabafo é, não consigo comfiar na totalidade em ninguém, não ponho as minhas mãos no fogo por ninguém, assim, ninguém me falha.

Gosto muito das pessoas, mas ela não gostam tanto de mim.

Não gosto do meu corpo, não o odeio, mas também não é onde me sinto mais "confortável".

Nunca fui boa aluna, nunca fui má aluna, nunca dei problemas aos meus professores, mas também nunca dei muitas alegrias aos meus pais (no que toca à escola).

Não tenho amigos de infância, para além de estar sempre a mudar de casa / escola, nunca fui uma pessoa social, portanto... (algo que estou a tentar melhorar)

Em todos os trabalhos por onde já passei, consegui manter o contacto com algumas pessoas, e alguns colegas de faculdade também, vamos falando às vezes, mas nada por aí além.

As minhas amigas são as únicas pessoas que me acompanham desde a escola secundária, mas elas, ao contrário de mim, têm sempre coisas para fazer ou pensar, o que faz delas pessoas ocupadas.

Não sou egoísta, por isso respeito o espaço delas, não estando sempre a chama-las para me aturarem.

Apesar de fazer exercício, ter uma alimentação saudável, dormir as horas suficientes à noite, de me arranjar, de ter a casa limpa e arrumada, de ter os  animais de estimação mais fofos de sempre, de ter um trabalho e da minha família ser minimamente unida, por vezes sinto-me só.

Vazia.

Sem energia.

Fraca.

Fraca porque quando alguma coisa corre menos bem, não sei o que fazer, o que dizer ou sequer o que pensar.

Fraca, porque era suposto estar de cabeça levantada e pronta a enfrentar o dia de amanhã, a esperar que tudo corra pelo melhor e a preparar-me para lidar com o que vier.

Mas não, estou triste e a lamentar-me. Por isso, hoje, sinto-me fraca.

Mas... Só hoje!





MP

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Bem, posso começar por dizer que o meu ano de 2017 foi cheio de acontecimentos, uns bons, outros nem por isso. 




Mas uma coisa é certa, até hoje, foi o ano em que eu mais cresci e evolui enquanto pessoa! 
Posso dizer que me sinto orgulhosa daquilo que sou hoje.
Resumindo, recuperei totalmente das mazelas do meu acidente (vitória 💪 ), voltei ao trabalho e ao estudo, não deixei que o trabalho fosse comigo para casa como antes (vitória) e foquei-me totalmente nos estudos, terminei a licenciatura (vitória) e então despedi-me do part time (não gostava nada daquilo, mas aprendi muito com aquele trabalho, vitória). 
Voltei para a minha terra, para casa da minha mãe (senti que dei um passo para a frente com a conclusão do curso, mas que dei dois passos para trás, uma vez que já estava a viver sozinha e a trabalhar, tive de voltar a viver com a minha mãe e estava desempregada). 
Fiz uma pequena viagem com amigas e acabamos por juntar mais uns amigos durante o percurso!! (Para muitos isto das férias é tudo normal, mas eu não costumava fazer férias com amigos, muito menos viagens e muitooo menos ainda com pessoas que não conheço, por isso para mim é uma super vitória! 😱 ).
Ao longo do ano aproximei-me das pessoas de quem me tinha afastado, não por chatices, mas pelas rotinas da vida que não permitiam que estivessemos juntos/as. Mas todos percebemos que tinhamos que fazer algumas cedências e definir algumas prioridades para que um novo afastamento seja evitado. 
Estive desempregada, no início achei que era normal, não devia desesperar. Mas de todas as entrevistas que fui não fui bem sucedida em nenhuma, aí tornou-se bem difícil manter uma atitude positiva. 




Senti que ninguém me estava a dar valor, que ninguem estava disposto a dar-me uma oportunidade e que ninguém me levava a sério (desespero e desilusão total). 
Entretanto, encontrei emprego. Temporário, mas é melhor que nada! Dá para adquirir experiência.  
Grande parte dos meus objectivos foram cumpridos! (Os que não foram, passam para o ano de 2018, no entanto, acho importante referir que não foi por falta de tentativas que alguns objectivos não foram cumpridos.)





Então os meus objectivos para o ano 2018, são:
Sair mais, mais idas ao café, mais almoços e jantares fora, mais idas ao cinema e muitos passeios! Para além de ser relaxante é uma forma de nos reunirmos com os nossos amigos ou família.
Viajar, aiii como eu quero viajar! 😍 Comprar um bilhete de avião, por uma mochila às costas e sozinha ou acompanhada ir conhecer um sítio qualquer.
Conseguir manter uma alimentação saudável contínua
Ser mais paciente, preciso mesmo de começar a ter mais calma antes de tomar qualquer decisão, e conseguir ponderar melhor todos os prós e contras das situações para as conseguir avaliar justamente.
Ser independente! Para este objectivo se concretizar tenho que ter um trabalho e conseguir gerir o que vier dele. Ou seja, dois objectivos que dependem um do outro. 
Assim, sei que se conseguir concretizar estes objectivos, ou pelo menos dar o meu melhor para que sejam cumpridos, serei uma pessoa melhor! 
Essa é a principal expectativa para 2018!









MP